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quinta-feira, 15 de março de 2012

DEZ CONSELHOS PARA SER FELIZ

DEZ CONSELHOS PARA SER FELIZ



Como poderia definir em termos positivos a felicidade? Esse conceito, abstrato até a medula, é impossível de ser descrito diretamente. Mas, aí vai uma definição: Felicidade é estar cada dia menos angustiado. Para alcançarmos tal objetivo, sigamos alguns conselhos:

1)      Quando tiveres de decidir entre “fazer” ou “não fazer” alguma coisa, escolha “fazer”. Se errares na tua escolha ao menos terás realizado uma experiência.
2)      Escutas mais a tua intuição do que a tua razão. As palavras forjam a realidade, mas não são a realidade.
3)      Realizas algum sonho infantil que não fora concretizado na tua infância.
4)      Não há alívio maior do que começar a ser o que você é. Desde a infância tentam nos indicar nossos destinos. Não estamos no mundo para realizarmos o sonho dos nossos pais, senão os nossos próprios sonhos. Exemplo: Se és um cantor nato (tens tendência para a música) e não um advogado como teu pai, abandona a carreira de leis e grava teu disco.
5)      Hoje mesmo deixa de criticar teu corpo. Aceita-o como ele é sem se preocupar com o olhar e a opinião alheia. Não te amam porque és bela. És bela porque te amam.
6)      Uma vez por semana, pelo menos, ensina grátis aos outros o pouco ou muito que sabes. É dando que se recebe. O que você não tiver para dar, você receberá em troca. O que você tiver para dar, você também receberá em troca. O conhecimento que você não tem, você o adquirirá. Quanto mais você ensina, mais aprende o que ensinou.
7)      Busca todos os dias nos jornais uma notícia positiva. É difícil encontrá-la. Porém, em meio aos acontecimentos nefastos, sempre, de maneira quase imperceptível, há uma. Exemplo: Que se descobriu uma nova espécie de pássaros. Que um bebê caiu do 5º andar e nada sofreu, escapou ileso, etc.
8)      Se teus pais abusaram de ti quando pequeno, confronta-te calmamente com eles, em lugar neutro e desenvolva quatro aspectos, relatando e questionando o seguinte: A) Isto é o que vocês me fizeram. B) Isto é o que eu senti (ou sinto). C) Isto é o que eu sofro, por causa daqueles momentos. D) E esta é a reparação que peço. O perdão sem reparação não serve.
9)      A menos que tenhas uma família numerosa, refugia-te em um território pessoal aonde nada possa penetrar sem a tua permissão.
10)   Para de definir-se. Concede-te todas as possibilidades de ser, muda de caminho quantas vezes seja necessário.


Ao seguires estes conselhos terás afastado de ti, pelo menos, a “angústia”.


UM ANO PARA O 2000

UM ANO PARA O 2000


1º de janeiro de 1999. Mas por que janeiro? E de onde vem exatamente esses 1999 anos? E por que esse é o primeiro dia do ano, já que o ano poderia começar em qualquer dia, como acontece com o aniversário das pessoas?
O calendário que pauta a vida de todos atualmente (ou de quase todos) reflete os ziguezagues da História, os conflitos religiosos, as revoluções. São 1999 anos da suposta data do nascimento de Cristo, número conquistado por um cálculo feito na Idade Média e mantido até hoje.
1º de janeiro de 1999 podia ser qualquer outro dia, ter qualquer outro nome, marcar qualquer outra estação. Só é o primeiro dia do penúltimo ano do milênio por uma série de detalhes circunstanciais. Ou seja, é apenas mais um produto da história humana.

(Adaptado de: Jesus de Paula Assis. Folha de São Paulo, 1º/1/1999. Especial 1).

O tempo na Idade Média pertencia a Deus. A vida na terra era considerada apenas um momento da eternidade, à qual de fato as pessoas deveriam dedicar sua existência. O tempo regrado, regido por horas, minutos, segundos – o relógio – não existia; surgiria apenas na transição para a Era Moderna, numa tentativa da própria Igreja de disciplinar a dedicação de monges e da população em geral – a Deus. Essa disciplina se acentuaria cada vez mais com o advento do trabalho rotineiro e sistemático do mundo das fábricas. Podemos perceber, assim, que a forma de contar o tempo é cultural, criada por homens e mulheres a cada instante e que muda de sentido e significados em cada sociedade.

A preocupação com as cheias e vazantes do Nilo estimulou o desenvolvimento da astronomia. Observando os astros, os egípcios chegaram a localizar alguns planetas e constelações. Para medir o tempo, utilizavam relógios de água e um calendário solar. O dia era dividido em 24 horas e a hora em minutos, segundos e terços de segundo. A semana tinha dez dias e o mês, três semanas. O ano, de 365 dias, era dividido em estações agrárias: cheia, inverno e verão.

(Extraído do livro Toda a História – José Jobson de A. Arruda e Nelson Pilleti; pág. 23).

DIVAGAÇÕES

                      DIVAGAÇÕES
               Autores: José Antonio/Edson Ribeiro da Silva
                        (em 11 de maio de 2005)
Tom: G

G                                                                   C
Se a Terra não tivesse progresso / e o globo terrestre girasse ao inverso
            D                                                            D7                           G
Dançaríamos a guernica num salão emoldurado / por um Danúbio Azul
                                 Am                   D7                              G
E as vozes da Primavera / se espalhariam pela América do Sul

       G                     Em
Um Ícaro de Asas Brancas numa corrida serena
         C                         Am                         D7
Levaria os sons dos baiões ao coração de Viena
         G                     Em
Poderíamos contemplar os girassóis dos Czares
         C                       Am                                       D
Crescendo sob as rapsódias no Quilombo dos Palmares
                Bm             C                                     D
E as Bachianas Brasileiras unindo solos e bandeiras
  C                            D                 C
Quase um amor platônico apagariam de um povo
            D               D7                                   G
As angústias e horrores de um cogumelo atômico

                           Em                             Am
E então a bela gueixa, a gratidão no olhar
                                   D7                              G
Balançando suas madeixas nos levaria a bailar
                   Am                        D            D7    G
Não precisaríamos ouvir a orquestra do Tio Sam
                    Am                            D7                                   G
Tocando alaúdes sobre nossos ataúdes nas tenebrosas manhãs

         Em                                                         Am
Este / embrião de poeta de um mundo imaginário
              C           D                   C                            D7
Derramaria suas lágrimas nas dobras do Santo Sudário
                                       Bm                       D
E assim quem sabe um dia, poderia acreditar
                                 Bm                            C            Am                       D7                               G
Nas verdades de Maria, em anjos e querubins, no Éden com seus clarins, desnecessário sonhar.

É DURO

                      É DURO
Autor: Edson Ribeiro da Silva (em 16/02/2005)

E                                             A    E
Na hora de ser duro tem que ser duro
                                             A   E
Saiba também a hora de dizer não
                        C#m                                A
Sem perder a ternura, na maciota e na calma,
                                        B7       A   E
Mesmo que isso venha doer na tua alma

E                                  C#m                                        E
Na hora certa de dizer não, tu tens mais é que dizer não
                                                           A
Quando quiserem te apanhar de surpresa
               Aº                                                       E
Diga na chincha aquilo que vem no teu pensamento
            C#m   F#m                   B7                   E
Não adianta regatear, tu tens mesmo é que falar

E                                C#m
Tu tens mais é que dizer:
                                           F#m
“Não é assim que a banda toca”
                                   A        B7             G#m
“Você é um menino bom”, “sabe como é”
C#7             F#m               B7                                E
“Está tudo certo”, “fique frio”,” mas não vai dar pé

E                                                            C#7            F#m
Pra quem não está acostumado “fica difícil” agir assim
                         A      B7                   G#m  C#7              F#m
E vai ser impossível não se decepcionar com certas pessoas
    B7                 G#m    C#7              F#m      B7                      G#m
E diga para encerrar, lembrando Guevara e dando mais uma dura:
 C#7                 F#m   B7                            E
“Hay que endurecerse pero sin perder la ternura”

quarta-feira, 14 de março de 2012

O HOMEM É DE MARTE

                 O HOMEM É DE MARTE
                            Autor: Edson Ribeiro da Silva
                                         (02.12.2011)


É... O homem inventou o avião e realizou o sonho de Ícaro
É... Hoje o homem voa. E voa mais alto e mais rápido do que qualquer ave
É... O homem já vai ao espaço sideral, quem diria?
Espaço que ninguém imaginava que o homem alcançaria

Com a torre de Babel o homem começou a pensar
Em atingir os mais altos píncaros da glória
Em atingir o reino dos céus e deixar o seu nome na história
E deixar todos esses feitos na nossa memória

Com o avanço da tecnologia o homem até na lua já chegou
Mas não parou por aí e continua indo mais longe rumo ao infinito
Porém essa caminhada está apenas começando
Pois cada vez mais longe está enxergando

Com telescópios cada vez mais potentes já tem outra visão
Já enxerga outras galáxias, outros horizontes, outros astros, outra dimensão
Já vai por um homem em Marte, entende que existe outros universos
E é tão grande o seu sucesso que conclui que o universo continua em expansão

terça-feira, 13 de março de 2012

                     COMPREENSÃO
        Autores: Edson Ribeiro e Edna Ribeiro

Abre a porta do teu coração, o intelecto pesquisa, explica
O coração sente, atende, pretende até nos expor
O grande amor nos eleva até os mais altos cumes
Mas não sente ciúme, para definir o amor, modificador

Procura saber o que é respeitar os sentimentos
Os sentimentos dos outros é tão sublime
Não deves ceder ao desequilíbrio alheio
Procuras ouvir, exemplificar, confortar

Confortar, ensinar e aprender o que fazer
Amor, caridade, compaixão será sempre bom
Tolerância, generosidade é bom e não é ilusão
E pra fechar, uma boa dose de compreensão

sexta-feira, 2 de março de 2012

                A PRINCESA DO SERTÃO
              Autor: Edson Ribeiro da Silva
                      (em 20/04/2008)
Tom: C
C                  Dm   G7                                    C
Quero lhes falar / de uma garota e de um rapaz
                               Dm          G7                                  C
Ela de Feira de Santana na Bahia / ele, de Santa Catarina
                 Dm   G7                    C
Ele ao passar / pelo “Portal do Sertão” se encantou
                       Dm             G7                      C      Dm    G7           C
Encontrou morena / mais linda que uma verbena /...... uma linda flor

C                Dm     G7                  Em
Casou sua viola / com uma bela voz
                    F         G7             C
A voz da morena / com a sua viola
                Dm     G7                     C       A7
Sua pele clara / com uma escura pele
                             F      G7              C
Pensando em formar / uma nova escola


C                Dm        G7          Em          A7
Uma linda dupla de voz e violão se formou
                                   F      G7            C        A7
Formou-se um novo dueto imediatamente
                      Dm   G7                   C    A7     Dm      G7               C  A7
Casou-se a Bahia com Santa Catarina / a viola com uma bela voz
                           Dm                    G7                   C                                
Uma nova formação o povo e a música comemorou


    Dm     F        G7                 Em      A7
Carol, Carol, Carol, é essa menina
                                 Dm   G7       C       A7
É a “Princesa do Sertão”, ela é divina
                               Dm  G7              C
Dona de uma bela voz / da cor do pecado
                    Dm           G7                               C
Seu tom de pele só deixou o “Floripa” encantado